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sexta-feira, 19 de outubro de 2012

Harley Davidson Motorcycle which survived Japan Tsunami goes to Milwaukee museum.


Earlier in May this year, 32 year old Peter Mark discovered a Harley Davidson motorcycle on the coast of British Columbia while he was riding his ATV. After inspection, Mark realized that the HD motorcycle lying in the white trailer had traveled across the Pacific ocean, just like other debris which was piling up on the Canadian coast, thanks to the Tsunami which ruined Japanese East Coast last year in March.

Within a matter of hours, the story became news headlines the world over. Everybody, especially Harley Davidson fraternity, was now looking for owner of this Harley Davidson motorcycle which carried a license plate of Miyagi Prefecture, one of the worst affected areas where 10 meters high Tsunami waves were recorded and 11,000 people were dead or missing.
Two days after Mark found the Harley, its owner, 29 years old Ikuo Yokoyama was found surviving in a government shelter. When Ikuo was told about his HD motorcycle, his joy had no bounds and tears of joy started flowing from his eyes. In the last one year, Ikuo had lost his house and family, so the smile brought on his face by the Harley Davidson, was really something.

The Harley Davidson motorcycle owned by Ikuo was a 2004 FXSTB Softail Night Train. Obviously the 5,000 kms long journey across the Pacific ocean had killed the motorcycle. It was believed earlier that Harley Davidson would be restoring the motorcycle to its original glory and ship it back to Mr Ikuo. But this seems impossible now. So Mr Ikuo has now requested Harley Davidson to add this motorcycle to their collection at their museum in Milwaukee.
The smile on Ikuo's face after knowing about his Harley

Mr Ikuo said, "Since the motorcycle was recovered, I have discussed with many people about what to do with it. I would be delighted if it could be preserved in its current condition and exhibited to the many visitors to the Harley-Davidson Museum as a memorial to a tragedy that claimed thousands of lives. I am very grateful to Harley-Davidson for offering me an opportunity to visit the museum, and I would like to do that when things have calmed down. At the same time, I would like to meet Peter, who recovered my motorcycle, to express my gratitude. Finally, I would like to thank all people around the world once again for their wholehearted support of the areas hit by the earthquake and Tsunami. I would like to ask them to help convey messages from the Japanese people about the tragedy of the Great East Japan Earthquake, which was a disaster of historic proportions."

Peter too would like to meet Ikuo one day. He said, "My heart really goes out to Ikuo Yokoyama and all the survivors of the earthquake and Tsunami for everything that was taken from them. I cannot even begin to comprehend the loss of family, friends and community. I think it is fitting that the Harley which was swept across the Pacific Ocean by the Tsunami will end up in the Harley-Davidson Museum as a memorial to that tragic event. It has an interesting and powerful story to convey preserved in its current state. I look forward to one day meeting Mr. Yokoyama face to face. I would also like to express my gratitude to all those that have taken part in the retrieval of the motorcycle, especially Ralph Tieleman, Steve Drane, and Deeley Harley-Davidson Canada."

Mr Bill Davidson, VP, Harley Davidson Museum, Milwaukee, said, "The Harley-Davidson Museum is honored to receive this amazing motorcycle to ensure that its condition is preserved and can be displayed as a memorial to the Japan Tsunami tragedy."
Click here to read earlier report.

terça-feira, 2 de outubro de 2012

Motos funerárias viram mania entre os amantes de duas rodas.




A nova onda em Berlim que está agitando os estradeiros de duas rodas são as motos funerárias, motos grandes e potentes levando os mortos para sua última viagem com estilo, segundo um dos donos de uma empresa do ramo, tem gente até querendo morrer só para dar uma voltinha, brincadeira dele claro.

Veja uma reportagem com uma dessas motos em ação (em inglês)

Joerg Grossmann fez o primeiro protótipo e patenteou, cada modelo custa a partir de 60.000 euros ou 70.000 dólares, uma Kawasaki serviu como primeiro modelo mas já estão sendo criados mais e mais modelos como Harley-Davidson, para que possam agradar a todos os fãs, independente de marca ou modelo a idéia vem ganhando as ruas e os velórios como uma febre, cada enterro com transporte funerário feito por motos custa 1.200 euros ou 1.600 dólares e a fila  cresce a cada dia, para um único ano ele já tem 1.000 reservas feitas.
Para os amantes das motos as Harley fúnebre é a maneira mais radical de dar seu último passeio rumo à eternidade.

Esqueleto.

A “moto-caveira" com o visual exótico e agressivo se destacou no AMD World Championship of Custom Bike Building.Segundo o Xiao Lei, de Pequim, construtor da Skull Rider, o projeto foi a realização de um sonho, onde um esqueleto saia do inferno e roubava uma motocicleta.As estruturas do esqueletos são ocas e foram feitas artesanalmente. O destaque fica por conta dos pés e mãos do esqueleto que fica se movimentando durante o deslocamento da máquina. Seu motor é um bicilíndrico de 160 cv e a transmissão secundária é feita por corrente.A 9ª edição do maior evento mundial de motos customizadas, realizado em Sturgis, nos Estados Unidos, contou com varias motos customizadas.
 
Moto caveira em evento de motos customizadas

 
Moto caveira em evento de motos customizadas

O mais incrivel aro de roda que voce ja viu.

A roda em estilo steampunk é um conceito que une arte, ciência e artesanato.
"Nós levamos um conceito de engenharia existente, aplicado de uma maneira puramente decorativo. As engrenagens têm seu peso e massa equilibrados com cuidado, de modo que o desempenho da roda não é afetado. Você vê a parte decorativa, e não as partes críticas para a funcionamento do conjunto, inclusive foi projetado um mecanismo de deslizamento, de modo que se algo inesperado acontecer, a roda continuará a girar normalmente".

 
O negócio todo funciona de acordo com uma gestão cuidadosa do balanceio e efeitos giroscópicos. As cargas de atrito e inércia são cuidadosamente calculadas para se unir e trabalhar cuidando do peso de cada componente, a simetria, e a distribuição de várias massas igualmente - mesmo os dois lados da roda tendo configurações diferentes.

Apenas algumas unidades foram feitas, para serem exibidas em shows e exposições, funciona bem em baixas velocidades, o projeto nunca teve a intenção de ir a 200 km/h.

A roda inspirada em relógios clássicos foi desenvolvida pela Capricórnio ciclo-Works, uma empresa que não existe mais, mas continua sendo uma demonstração do que as pessoas com visão podem fazer.
 
 
Fonte.

quarta-feira, 26 de setembro de 2012

Harley-Davidson 2013 Breakout CVO comemorativa 110º aniversário .

Tudo começou em 1901, quando o o fundador William S. Harley da Harley-Davidson começou a desenhar um pequeno motor para uso em um quadro da bicicleta de pedal regular e mais tarde trabalhou com seu amigo de infância Arthur Davidson no motor de bicicleta, usando a loja de máquina northside Milwaukee, que foi em 1903 veja aqui. Popularmente conhecido como Harley, a empresa é hoje a mais antiga e continuamente operando fabricante de motocicletas americano conhecido por suas motocicletas fortemente personalizadas com design diferenciado e nota de escape. Agora, a fabricante de Milwaukee está comemorando seu aniversário de '110ºanos de longevidade "com uma lista de grandes eventos em todo o mundo, a bênção de Santo respeitado o Papa Bento XVI no próximo Vaticano , e com uma pequena seleção de modelos de motocicletas 2013 de aniversário, incluindo o Breakout 2013 "personalizados CVO de tinta dourada pagã.
Harley-Davidson 2013 Breakout CVO comemorativa 110º aniversário
Marcando o seu 110º aniversário a Harley tera a introdução de apenas dois novos modelos, incluindo o Breakout, que é um CVO inteiramente novo, de alto desempenhoSoftail com seções de aço polido em seu tanque de combustível e pára-lamas. A motocicleta também ostenta pára-brisa ventilado avançado e poderoso configuração de áudio, juntamente com o motor Twin 'Screamin' 1802cc Cam Águia 110B com um consumo de respiro pesado.

Harley-Davidson 2013 Breakout CVO comemorativa 110º aniversário
Com uma produção mundial de apenas 1.900 unidades, Breakout $26.499 dólares é mais do que apenas impressionantes cores e trabalhado à mão de condução de metal. Montagem da moto a frente é cromado, incluindo o farol e é internamente com fio, enquanto os bancos de couro são acentuados com um relevo chifre-back padrão . E como todos os modelos CVO o Breakout também é equipado com ABS e ignição sem chave.
Harley-Davidson 2013 Breakout CVO comemorativa 110º aniversário

Além disso, a Harley vai produzir edição extremamente limitada de apenas 110 º aniversário sete modelos, todos os quais serão seriados e vendidos com comemorativas, sólidos emblemas de combustível do tanque de bronze e pintura bronze ou vintage vintage Preto.
 
Harley-Davidson 2013 Breakout CVO comemorativa 110º aniversário




Read more: http://www.batalhax.com.br/2012/08/harley-davidson-2013-breakout-cvo-comemorativa-110-aniversario.html#ixzz27bEszubU
Fonte
Nova tendência nos automóveis, a cor branca também faz sucesso entre as motocicletas.
10/09/2012

O branco é a cor da moda entre os carros de luxo, e essa tendência chegou as motocicletas. Nos últimos anos era dífícil ver uma moto sendo lançada com esta cor em seu catálogo no Brasil, mas recentemente, as marcas têm adotado a cor tanto em modelos caros, como nos mais populares da linha.

Confira alguns modelos:

Honda


Dafra




Kasinski


Kawasaki




Yamaha



por Maicon Ribeiro
Fonte motonarede

Honda NX 350 Sahara, saudade não tem idade.

Pela sua relação custo x benefício, é considerada uma das melhores motocicletas já fabricadas pela Honda em todos os tempos.

por Mário Sérgio Figueredo|

 

Li um teste publicado em 1993, pelo jornalista Geraldo Tite Simões, aqui no Portal Motonline, que comparava a Honda NX-350-Sahara a uma moto 3 em 1, ou seja, uma estradeira para viajar nos fins de semana, uma fora-de-estrada para relaxar nas estradinhas de terra ao redor do sítio e uma urbana para ir e voltar do trabalho todos os dias.
Uma motocicleta muito moderna para a sua época
Uma motocicleta muito moderna para a sua época

Depois de ser o feliz proprietário de nove delas, por mais de dez anos — desde a primeira, lançada em 1991 até à a 1999 (moto atual), última a ser produzida, tenho que atestar a veracidade da feliz afirmação do Tite, que com sua sensibilidade afinada conseguiu expressar resumidamente toda a essência dessa moto fantástica que é a Honda NX-350 Sahara.
Até então eu me contentava com o que a XLX-350 oferecia, e não eram poucas as suas qualidades, mas nunca me dei bem com a sua partida “a feijão”, chegando até a me machucar algumas vezes com os “contras” que aquele pedal maldito dava.
E a danada da XLX nunca pegava na primeira pedalada. Era uma moto temperamental e só pegava quando queria e muitas vezes, apesar de insistentes pedaladas, recusava-se terminantemente a funcionar seu motor. Até acho que às vezes ela ficava rindo do meu esforço sem resultados.

A grande carenagem lhe dava aparência de uma moto de maior cilindrada
A grande carenagem lhe dava aparência de uma moto de maior cilindrada

Com a Sahara, veio aquele querido, maravilhoso e fantástico botãozinho amarelo no punho direito. Bastava um leve toque e o motor roncava bonito, sempre na primeira tentativa, mesmo nos dias mais gelados pelas geadas do inverno curitibano, quando se fazia necessário o auxílio do botão do afogador que ficava confortavelmente localizado ao lado do painel de instrumentos. Disse adeus às pedaladas (deixa elas pro Robinho) e jurei nunca mais comprar nenhuma outra moto desprovida da abençoada partida elétrica.
Andar com a Sahara foi outra agradável experiência. Muito parecida com a XLX-350, em termos de conforto, ao encarar as imperfeições tanto de pistas asfaltadas como em estradas de terra, mesmo as mais esburacadas. Além disso, oferecia boa proteção aerodinâmica para pernas, mãos e principalmente o peito do piloto, eliminando o desconforto do vento batendo nestas partes em velocidades superiores a 120 km/h, isso graças à sua couraça de fibra de vidro e à bolha de acrílico que também a embelezavam, atribuindo-lhe um porte de moto grande, de maior cilindrada.
Outra modificação implementada pela Honda que aprovei de imediato foi o rebaixamento do pára-lama, que foi fixado sobre a roda, eliminando as incômodas balançadas provocadas pelo vento em velocidades mais elevadas. Isso aconteceu porque alguém lá na Honda percebeu o óbvio: nenhum consumidor da Sahara iria usá-la em condições extremas que exigissem o pára-lama fixado abaixo do farol. Ponto para a Honda.

Painel incorporado à carenagem, novidade na época em motos pequenas
Painel incorporado à carenagem, novidade na época em motos pequenas

Junto com esse embelezamento da moto, vieram alguns itens de conforto prontamente aprovados por seus novos adeptos, como os estribos e pedal de câmbio emborrachados, que preservava os calçados, bagageiro original de fábrica, painel mais moderno incorporando numa única peça o velocímetro, conta-giros e as luzes de ponto-morto, indicativas de direção e de luz alta, fugindo do tradicional padrão de dois instrumentos individuais, característico nas motos até então.
Uma das suas qualidades que muito me agradaram foi a sua falta de apetite, ou seja, fazer médias de consumo em torno de 19 km/l na cidade e 23 km/l na estrada era muito mais do que eu esperava para uma moto que oferecia tanto em matéria de força e velocidade. As paradas no posto de gasolina não eram tão dolorosas quanto poderiam ou deveriam ser.
O bagageiro original de fábrica facilitava a instalação do bauleto
O bagageiro original de fábrica facilitava a instalação do bauleto

Surpresa boa mesmo foi na estrada. Manter velocidades de cruzeiro em torno de 120 a 130 km/h, apesar de acima dos limites permitidos nas estradas paranaenses, aconteciam sem o menor esforço ou sacrifício da máquina, graças ao seu bem escalonado câmbio de seis marchas.
Girando um pouco mais o acelerador era fácil chegar aos 145 km/h, já adentrando a faixa vermelha do conta-giros, desempenho que refletia segurança em ultrapassagens mais ousadas. Mesmo assim, senti falta de pelo menos mais uns 15 km/h de velocidade final. Mas isso era querer demais para uma trail com pouco menos de 340cc.
Apesar da sua altura mais elevada do solo e também da sua estrutura e seus pneus on/off road, a Sahara transmitia muita segurança nas curvas e as encarava de frente, oferecendo estabilidade em inclinações acima do que o bom senso recomendava.

Pneus Pirelli, mais OFF que ON, que a equipava de fábrica
Pneus Pirelli, mais OFF que ON, que a equipava de fábrica

Mesmo em asfalto ou paralelepípedo molhados, dava para abusar um pouquinho da sua estabilidade oferecida pelos pneus tipo biscoito que a equipavam originalmente de fábrica. Pra ela, não importava se a estrada era boa ou ruim, encarava do mesmo jeito e passava por quebra-molas como se eles não existissem, sem necessidade de redução da velocidade, bastando dar uma pequena levantada da região glútea do banco.
Item que deixava um pouco a desejar era a estrutura e o formato do banco, que provocava dores depois de tocadas mais demoradas, principalmente na estrada, exigindo paradas freqüentes para esticar as pernas e passar o desconforto nos quadris.
Pior ainda era andar com garupa, pois o formato do banco liso e inclinado para frente fazia com que o garupa escorregasse contra o piloto, pressionando partes sensíveis contra o tanque de gasolina. Isso exigia reposicionamento constante tanto do garupa como do piloto durante a tocada. Nas frenagens não tinha escapatória, o piloto tinha que suportar o seu peso e o do garupa nos braços e isso cansava demasiadamente. A vibração do seu motor monocilíndrico também era incômoda, mas perfeitamente suportável.
Nunca fui muito ligado a detalhes técnicos das motos, mas na Sahara sempre tive a impressão de que os engenheiros da Honda não economizaram nos seus componentes. Todo o material utilizado na sua fabricação era de excelente qualidade e durabilidade, desde o cabo de embreagem, jogo de ferramentas, sistema de transmissão (corrente, coroa e pinhão), borrachas, plásticos, tudo era de qualidade superior e hiper-dimensionado.
Itens que merecem destaque são a embreagem, que agüentava soberbamente mesmo quando exigida ao limite, e o sistema de freios a disco simples na dianteira e tambor na traseira, que não decepcionava, dando extrema confiança ao piloto quando exigidos com firmeza.

Companheira para todas as horas, para todos os lugares
Companheira para todas as horas, para todos os lugares

Viajar à noite era outro momento em que se podia perceber o zelo de quem projetou seu sistema elétrico. O farol quadrado, fixo na carenagem com uma única lâmpada halógena, clareava muitos metros à frente, mesmo em luz baixa, mostrando claramente qualquer obstáculo a uma distância segura, dando tempo para reações emergenciais.
O restante do conjunto óptico, como piscas e lanternas, cumpriam corajosamente sua função e duravam muito tempo — de todas que tive, lembro de ter trocado apenas uma lâmpada do farol, duas de pisca e outra da lanterna traseira, cujo filamento havia se rompido.
Defeitos, claro que ela tinha, não poderia ser perfeita. Além do banco desconfortável e a vibração do motor monocilíndrico que já citei acima, apresentava um vazamento crônico de óleo pelo respiro, que aparecia sempre que era ligada com motor frio e inclinada sobre o descanso lateral, detalhe que aborrecia por sujar o chão da garagem, mas não representava nenhum problema mecânico. Simples erro de projeto que não trazia maiores conseqüências.

Fora do asfalto era o seu habitat preferido, aqui que ela mostrava suas qualidades
Fora do asfalto era o seu habitat preferido, aqui que ela mostrava suas qualidades

Quanto à manutenção, pelo fato de que com nenhuma delas ultrapassei 30 mil km rodados, somente fiz troca de pneus, óleo, pastilhas e lonas de freio, sempre com preços aceitáveis, desde que se optasse em fugir das concessionárias Honda. Mesmo hoje ainda encontro peças comuns, como filtros, pastilhas de freio e relés elétricos, com facilidade.
Um jogo de pastilhas de freio originais que custa perto de R$ 130 na concessionária, encontro facilmente no mercado paralelo, de marca consagrada e ótima qualidade e durabilidade, por módicos R$ 25.
Mesmo nas que usei até perto dos 30 mil km o sistema de transmissão ainda encontrava-se em boas condições graças aos cuidados que sempre tive com a lubrificação da corrente.
De todas as inúmeras motos que tive, seguramente a Sahara foi a que melhor me adaptei e tornei-me fã incondicional. Lamentavelmente sua produção foi interrompida em 1999 com a substituição pela Falcon, que ficou “devendo” alguns itens como a sexta marcha, proteção aerodinâmica e economia de combustível, mas sendo aprimorada no grande ponto fraco da Sahara, que era o banco extremamente desconfortável.

Tamanho avantajado, visual imponente. Será que faria sucesso nos dias de hoje?
Tamanho avantajado, visual imponente. Será que faria sucesso nos dias de hoje?

Acredito que se a Sahara fosse relançada com suas características originais (leia-se motor forte e câmbio de 6 marchas), acrescentada com tecnologias modernas como injeção eletrônica e freios ABS, a exemplo do que aconteceu recentemente com a Falcon, ainda seria sucesso de vendas, vide a quantidade de aficcionados por essa moto nas redes sociais.

Fonte motonline.

terça-feira, 5 de junho de 2012

Escrito por Tite no blog Motite.

Vou mudar de ramo !!!!


(Ae, já to na área, perdeu, playboy!)

Este texto foi escrito alguns anos atrás, não muito tempo, porque o prefeito Kassab tinha acabado de ganhar o cargo de presente, depois que o José Serra abandonou seu posto para concorrer ao Governo do Estado. A moto roubada foi uma Yamaha MT-03 ainda com placa azul de teste. Logo depois achei uma moto com as mesmas características à venda na Internet. Foi aí que me ocorreu escrever esse desabafo. Não mudei de ramo, continuo sendo cada vez menos jornalista e mais instrutor de pilotagem. Mas continua a dica: esse negócio de roubar, traficar etc pode ser muito mais rentável, com a vantagem de o Estado não ficar com 30% de seus vencimentos... Feliz 2012!!!

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Vou mudar de ramo!

Amigos internautas, cansei! Depois de ser assaltado a mão armada pela segunda vez cansei de ser jornalista, motociclista e instrutor de motociclistas. Na noite de quarta-feira estava voltando para casa com uma moto de teste de um fabricante nacional quando quatro elementos em duas motos emparelharam e apresentaram suas credenciais: duas pistolas automáticas dessas cromadas, lindas e reluzentes. Levaram a moto (que tinha seguro), meu capacete que mais gostava (italiano, caríssimo), minha mochila com a capa de chuva e um cartão de memória com uma semana de trabalho fotográfico e também levaram minha dignidade. Foi a segunda vez que me renderam a mão armada para roubar uma moto que não era minha.

Depois de ter duas aulas - verdadeiros workshops - de assalto muito bem praticados decidi mudar de ramo. Já que o prefeito da minha cidade considera todos os motociclistas iguais, desde esses que assaltam, até os que tem moto para lazer ou transporte, resolvi mudar de atividade.

Vou investir R$ 200,00 na compra de um três-oitão - ilegal, é claro - e anotar esse investimento em meu livro-caixa. Depois, ficarei de campana sob o viaduto onde fui assaltado duas vezes à espera de um motociclista com uma moto bacana. Farei a abordagem de forma clínica como aprendi nos meus dois cursos e desaparecer com a moto. Logo em seguida procurarei um receptador, o que ‚ uma tarefa fácil, pois basta encostar em uma das favelas de São Paulo e oferecer a moto, ou, se quiser algo mais "clean" posso anunciar na Internet em sites de classificados de qualquer coisa ou mesmo pelo Orkut. Como o mercado é livre nestes sites, não terei necessidade de me identificar nem nada, afinal já vi vários anúncios de carros e motos "NP" (uma forma elegante de estelionato) nesses classificados.

Digamos que consiga R$ 1.000 na venda de uma moto roubada. Já entrevistei ladrões que vendem uma CG roubada por R$ 200,00, mas moto grande conseguem até "um barão". No meu livro-caixa vou registrar uma receita de R$ 1.000 o que projeta um lucro de R$ 800,00.

O passo seguinte será procurar um bom e confiável traficante de drogas (tem muitos em São Paulo) e comprar R$ 800,00 em cocaína. Pela minha apuração, no mercado atual o grama de cocaína está na faixa de R$ 12,00 na compra e R$ 25,00 na venda. Para conseguir um lucro terei de negociar muito bem essa compra para que meus 66 gramas revertam em uma maior margem de lucro. Se conseguir vendê-los a R$ 23,00 (pra conquistar clientela), farei R$ 1.533,00 em pouco tempo. Com sorte, em uma noite eu consigo mais R$ 733,00 de lucro. Meu negócio estará prosperando.

Com esses R$ 1.533,00 eu farei uma pequena diversificação nos negócios. Se procurar bem e souber negociar vou conseguir a mídia digital para DVD por R$ 0,80 a unidade. Comprarei 1.000 unidades de DVD o que me custaria R$ 800,00. Farei algumas cópias de filmes mais consagrados e distribuirei aos camelôs por R$ 5,0 a unidade e eles revenderão a R$ 10,00. Numa conta rápida, os R$ 800 investidos se converterão em R$ 5.000,00 e ainda terei os R$ 733,00 para continuar no ramo da cocaína.

Pelos meus cálculos, em um mês de bons serviços poderei ter acumulado algo perto de R$ 33.489,00, limpo, livre de impostos, o que pode projetar um faturamento anual de R$ 400.000! Tudo isso com um investimento inicial de apenas R$ 200,00! Essa é uma projeção muito simples e modesta, pois a cada receita os investimentos serão maiores, o que certamente resultará também em lucros maiores. Além disso, precisarei fazer uma espécie de previdência privada, separando uma parte dos meus emolumentos para algumas aplicações como "ajuda de custo à associação de fiscalização" (popular propina); "taxa de funcionamento em ambiente livre" (a propina dos camelôs) e "seguro habeas corpus" (a propina em caso de prisão em flagrante).

Pelo que apurei do patrimônio de um grande comerciante desta área recentemente preso, o tal Abadia, só uma de suas casas em Florianópolis foi leiloada por R$ 2 milhões. E tinha mais outras seis, além de carros, barcos, jet-skis etc.

Digamos que nesse meu novo ramo de negócio, venha a ter algum problema com os homens da lei. Eventualmente posso ser preso durante uma das minhas entregas de mercadoria, ou mesmo ser delatado. Como aprendi com meus professores nos dois assaltos que sofri, o tempo de carceragem não passa de seis meses para um crime tão banal como porte ilegal de arma, assalto a mão armada ou comércio de drogas. Principalmente por eu ter curso superior, morar em residência fixa e não ter antecedentes criminais (até agora).

Claro que uma legião de advogados e policiais me escreverão afirmando que as penas são mais severas. Como se explica então que a maioria dos assassinos e assaltantes pegos com a mão na massa sempre tem "passagem pela polícia"? Como se explica que um sujeito que enfia uma pistola no meu nariz numa noite, depois de seis meses - ou menos - já esteja roubando de novo?

A resposta deve estar num sistema judiciário abençoado para os criminosos que, com seus inúmeros artigos, incisos, parágrafos, data vênias e salamaleques consegue libertar um desgraçado que assalta a mão armada ou vende droga em menos de seis meses. Sempre sob a alegação de que existem crimes mais importantes para serem julgados. Não consigo imaginar um crime mais hediondo do que submeter um cidadão à mira de uma arma de fogo. Só se a Justiça tem uma fila de esquartejadores de criancinhas na frente!

No meu novo ramo de atuação poderei ser equiparado, sempre aos olhos da prefeitura de São Paulo, aos grandes comerciantes e empresários. Se todo motociclista é igual, então todo mundo que trabalha no comércio também é igual! Não é? O dono de uma grande rede de supermercados compra e vende mercadorias com uma margem de lucro. O camelô que compra e vende CDs e DVDs piratas também faz comércio.

Como bem escreveu meu amigo André Garcia, em seu longo manifesto contra a avalanche de paulada em cima dos motociclistas, "sou motociclista sim, mas antes de tudo sou cidadão: pago impostos e consumo produtos e serviços que geram impostos". Se a segurança é um serviço mantido com essa carga tributária e se esse serviço não é minimamente competente está na hora de trocar o fornecedor!

Partidos políticos e candidatos: me aguardem na próxima eleição! Ah, e o que vocês me aconselham? Um revólver calibre 38 ou uma pistola automática 9 mm? Preciso iniciar logo minha nova empresa.

Motite.

Um retorno ao espírito do motociclismo.

Em 2009 nasceu na Inglaterra a Mac Motorcycles, uma linha de motos de estilo essencial com uma filosofia, resgatar o espírito do motociclismo baseado na crença de que a experiência de condução e as histórias com as viagens de moto parecem ter sido higienizadas pela tecnologia e pelo plástico.
A Mac queria tirar algo da simplicidade e de não-conformidade que une os construtores de helicóptero com a filosofia dos fabricantes italianos dos anos 1950 e 1960.

Características:
• Manutenção Simples.
• Visual clássico com o mínimo de elementos estéticos.
• Detalhes Chopper e referências bobber.
• As linhas de uma estrutura rígida, mas com a suspensão.
• Tem postura Harley, com manuseio Ducati. (Essa eu quero ver)
• Explora a relação peso-potência de um motor 500cc em um chassi leve.
Em uma viagem, Ellis Pitt, fundador da empresa, conheceu Mark Wells e Ian Wride do studio Xenophya design, a paixão pelas motos os uniu e deu início ao projeto.

Esboços originais (sketch)

Foram lançados 4 modelos com motores de um cilindro e 500 cc da norte americana Buell Blast.





Recentemente o studio Carefully Considered, de nova Iorque, apresentou um novo conceito estético para a Mac Motorcycles.

Ao criar este projeto, nós exploramos uma variedade de abordagens visuais e técnicas de produção. A intenção era criar algo novo em uma categoria que é farta em cromados e elementos gráficos (como chamas verdes saindo do tanque de combustível), a ideia era complementar o incrível projeto industrial feito pelo studio Xenophya.

Embora mantendo a integridade do visual clássico, criamos protótipos que utilizam técnicas de produção, incluindo gravação a laser, acabamentos anodizado, e grafismo.
Mac Motorcycles
Fonte

terça-feira, 29 de maio de 2012

Motos que tiveram edições especiais.

Algumas Motos que tiveram edições especiais estão nessa galeria motos que simbolizam Vitórias nas pistas, um título conquistado, uma homenagem a carreira do piloto ou simplesmente um argumento a mais para a venda de um modelo de moto.
 
Desde sempre as fábricas de motocicletas criam edições especiais para homenagear os pilotos. Giacomo Agostini, Max Biaggi, Valentino Rossi, Kenny Roberts, Stefan Everts são alguns ídolos do motociclismo que já ganharam séries exclusivas que levavam seu nome. Até mesmo campeões em quatro rodas, como Nelson Piquet, Ayrton Senna, Emerson Fittipaldi e o finlandês Kimi Raikkonen já foram imortalizados em veículos de duas rodas.
 
A grande maioria das séries especiais traz, além de uma roupagem e pintura diferenciadas, equipamentos exclusivos que valorizam ainda mais a motocicleta. Selecionamos 10 edições especiais para você ter na sua garagem para acelerar ou simplesmente, colecionar.
 
Yamaha YZF R1 50th Special Edition
 
 
Apesar de ter sido lançada para comemorar os 50 anos da Yamaha, em 2006, a edição especial acabou rendendo uma homenagem a Kenny Roberts, o primeiro norte-americano a conquistar um título mundial de motovelocidade nas 500cc – um não, já que Roberts pai foi tricampeão em 78, 79, 80. O modelo recebeu a tradicional pintura amarela e branca com blocos pretos – uma homenagem à roupagem das equipes Yamaha nas décadas de 1970 e 1980. Aqui há uma divergência importante. No mercado europeu, a Limited Edition se restringiu à pintura histórica, mas nos Estados Unidos, terra natal de Roberts, a versão trazia especificações dignas do Mundial de Superbike com suspensões Öhlins, rodas Marchesini, entre outros itens.
 
Aprilia RSV4 Biaggi Replica


Já na segunda temporada de retorno ao Campeonato Mundial de Superbike com a RSV4, a Aprilia sagrou-se campeã nas mãos do também italiano Max Biaggi, em 2010. Confiante no motor V4 inclinado a 65° e em toda eletrônica embarcada da motocicleta, a Aprilia já lançou em meados de 2010 uma réplica do modelo, exclusivamente para a pista. Com 200 cavalos de potência máxima, cerca de 20 cv a mais do que a versão de rua, a RSV4 Biaggi Replica trazia os mesmos grafismos da moto do italiano e especificações que a deixavam pronta para entrar na pista. Tanta exclusividade e tecnologia tinham um preço: 50.000 Euros, cerca de R$ 127mil.
Kawasaki ZX-10R Emerson Fittipaldi
 
 
 
Para comemorar os 40 anos do primeiro título mundial de F1, o bicampeão mundial e concessionário Kawasaki, Emerson Fittipaldi decidiu criar uma edição limitada e exclusiva da superesportiva ZX-10R. Exposta no estande da Kawasaki no Salão Duas Rodas 2011, a moto teve toda sua parte estética inspirada na Lotus John Player Special, de 1972, com a qual Fittipaldi conquistou seu primeiro campeonato de F1. Toda preta e dourada, a série foi limitada a apenas 50 unidades.

A “World Champion Edition”, como foi batizada, traz faixas douradas na carenagem lateral que lembram muito os circuitos utilizados na F1. Na lateral ainda há a assinatura “Fittipaldi”. Além disso, a moto tem as pinças de freio pintadas em vermelho, assento em couro bege, que confere um certo ar retro. Pedaleiras e rodas também foram pintadas de dourado. Cada exemplar traz a assinatura do campeão no tanque de gasolina. “O resultado ficou acima de minhas expectativas. Um exemplar, a de número sete já esta reservado, para mim”, revela.


MV Agusta F4 Ago

 
Depois de anos apostando na mítica capacidade cúbica de 750cc, a MV Agusta lançou a F4 1000 em 2005. Para celebrar o lançamento criou a versão AGO, em homenagem a Giacomo Agostini, limitada a 300 unidades. Agostini é o maior campeão mundial de motovelocidade com 15 títulos em diversas categorias. Apelidado de Ago, o italiano imortalizou-se a bordo das MV Agusta. Apesar do proeminente número 1 na carenagem da moto, o modelo não trazia nenhuma especificação diferenciada. Entretanto, a F4 Ago saía de fábrica com um potente motor de quatro cilindros em linha, 166 cavalos de potência e 16 válvulas radiais, como as utilizadas nos motores de Formula 1.
 
Honda CB 450E Nelson Piquet
 
 
Antes de encerrar a comercialização da CB 450 Esporte em 1986, a Honda criou uma série limitada Nelson Piquet, com as cores preta, branca e amarela do Williams do tricampeão de Fórmula 1, bólido empurrado pelo motor Honda. Além do escapamento na cor preta e a roupagem especial, o modelo trazia uma pequena carenagem no farol. No restante era o mesmo motor bicilíndrico de 447 cm³, comando simples no cabeçote e 43,3 cavalos de potência máxima. Não era muito, mas era o que tinha na época.
 
Honda CBR 600RR HANNspree Ten Kate
 
 
Os cinco títulos consecutivos da Honda CBR 600RR no Campeonato Mundial de Supersport entre 2003 e 2007 mereciam uma comemoração. Mas a Honda até que foi tímida lançando apenas uma réplica da moto do turco Kenan Sofuoglu em 2008. Afinal Sofuoglu tinha sido campeão com três provas de antecipação e merecia mais. O modelo tinha apenas a cor branca com os grafismos em verde e preto da equipe. Nenhuma outra especificação especial e nem uma apimentada no motor de quatro cilindros em linha e 120 cv de potência máxima.
 
Ducati Bayliss 1098 R
 
 
Depois de conquistar três títulos mundiais de Superbike com a Ducati, o último em 2008, o australiano Troy Bayliss decidiu se aposentar. Para homenageá-lo pelos bons serviços prestados, a Ducati lançou a Bayliss Edition baseada na 1098R, o modelo mais Racing da superesportiva italiana. Equipada com o motor de dois cilindros em “V” a 90° e 1099 cm³ que produzia 180 cv, a versão “R” já saía de fábrica com suspensões Öhlins com especificações de pista. A edição limitada ganhou ainda uma pintura especial. Além da bandeira da Austrália, alusiva à origem de Troy Bayliss, trazia ainda o numeral “21”, imortalizado pelo piloto australiano.
 
Ducati Senna 916
 
 
Antes do acidente que vitimou Ayrton Senna, em 1º de maio de 1994, a Ducati já trabalhava na produção da 916 Senna. O próprio Ayrton deu alguns pitacos para aprimorar o projeto. No final do ano, como uma homenagem, a fábrica de Borgo Panigale lançou a 916 Senna, limitada a apenas 300 unidades.

A 916 Senna foi equipada com um motor de dois cilindros em “L”, com comando Desmodrômico, 916 cm³ de capacidade e alimentado por injeção eletrônica de combustível. O propulsor gerava 109 cv de potência máxima.


Iceman Bike
 
 
Depois de garantir o título Mundial de Formula 1 em 2007, o finlandês Kimi Raikkonen, fã de motocicletas, ganhou de presente uma verdadeira peça de colecionador: a Iceman Bike, que ganhou esse nome inspirado no apelido do piloto em função de seu comportamento “gelado”. Totalmente projetada pela Walz Hardcore Cycles, uma empresa de personalização de motos situada na Alemanha, o modelo era equipado com uma série de detalhes exclusivos, como protetor do filtro de ar em fibra de carbono e o assento estampado com o nome da moto, a Iceman foi desenvolvida ao longo de quase 12 meses de muito trabalho.

Equipada com um motor V2 Twin Cam da Harley-Davidson aumentado para 1800 cm³ que produz cerca de 120 cv de potência, a Iceman não é exatamente uma série especial. É mais que isso. Foi uma moto única e exclusiva para o homem de gelo.


Yamaha Stefan Everts DT125R

Para celebrar o bem sucedido relacionamento entre a Yamaha e o piloto belga Stefan Everts, a marca lançou na Europa em 2006 uma pequena DT 125R com grafismos que remetiam à moto de Everts, numeral 72. Além disso, trazia banco bicolor e adesivos exclusivos. Equipada com um pequeno motor de 125cc, dois tempos de 15 cv, a DT 125R Stefan Everts nem podia ser comparada à YZ 450F com a qual Everts ganhou alguns de seus 10 títulos mundiais de motocross.

terça-feira, 17 de abril de 2012

Motos personalizadas: Estilos para todos os gostos.

O termo motocicleta custom provem originalmente do verbo inglês “to customize”, que se refere à personalização de algo que foi criado em série de forma industrial. Oferecendo a possibilidade de modificações de acordo com o gosto de seu dono (partindo quase sempre para um modelo de estilo clássico ou “retro”).

As custom apareceram como tais assim que se popularizou a modificação por parte dos seus usuários (principalmente das marcas norte-americanas Harley Davidson e Indian), depois do fim da Segunda Guerra Mundial.


1946 Harley Davidson Knucklehead

1948 Indian Chief

Na atualidade, praticamente todos os fabricantes de motocicletas têm uma gama de motos custom e um catálogo de peças para personalizá-las. O movimento tem tido tal repercussão ao longo das décadas, que se gerou uma indústria paralela de customizadores ou criadores de motocicletas totalmente exclusivas a partir de zero.

Dentro do universo das motocicletas custom existem infinidade de estilos bem diferenciados pelo tipo de modificações que às submetem, nível de modificação, etc, e que se subdividem por sua vez em diversos gêneros menos definidos.

Alguns dos principais tipos de custom são os seguintes:

Cruiser: Do Inglês “Cruise”, referindo-se a que está preparada para percorrer grandes distâncias a velocidades médias (de cruzeiro). São as Custom por excelência, de origem e sem modificações estruturais. Sua morfologia responde a uma moto longa e baixa, com grande distância entre eixos, guidom largo, tanque de combustível de grande capacidade e para-lamas envolventes. A postura de condução, dada a ergonomía que apresenta, é relaxada, com as costas retas ou ligeiramente inclinada para atrás, os braços relaxados e as pernas estendidas.
Com freqüência acrescentam-se-lhes parabrisas e alforges de couro ou malas rígidas(Dependendo da customização uma Cruiser, pode tornar-se uma Bagger). Hoje em dia, praticamente todos os modelos custom do mercado respondem à definição de uma cruiser.


Victory Hard Ball (Cruise)


HD Fat Boy (Bagger)

Bobber: Aparecem na década dos 40, e geralmente criam-se a partir de motocicletas das marcas presentes na época nos Estados Unidos e Grã-Bretanha (Harley Davidson, Indian e Triumph principalmente). Foram criadas no inicio por ex-soldados que voltaram da 1º Grande Guerra. Caracterizam-se por serem baixas e longas, em inglês “long and low”, ter as duas rodas de igual diâmetro e normalmente mesma espessura. Costumam ter pneus de banda branca, e normalmente montadas em rodas clássicas.

Pelo geral, desmontam-se os para-lamas dianteiros, alteram ou simplificam os tubos de escape envolvendo-os com fita de amianto (muito característico). Não se modifica o chassis original. Quanto aos guidões, há várias tendências, com guidões largos tipo “Flyer”, altos tipo “Ape Hanger”, curtos e retos, etc. A parte destas modificações, se personaliza a pintura, detalhes mecânicos e acessórios ao gosto dos rockers da época. Usam-se cores sóbrias como o negro, tons de metal, etc, predominando os cores foscas. Aparece timidamente a aerografia com motivos herdados sobretudo dos bombardeiros da Segunda Guerra Mundial (pin-ups), ou referências ao Rock and Roll, Rockabilly e Blues. As bobbers são as antecessoras das chopper, e existem diversas classificações segundo a forma e longitude do para-lama traseiro, tamanho do tanque de combustível, altura do chassis com respeito ao solo, etc.


HD Knucklehead (Bobber Americana)

Triumph TR6C (Bobber Britanica)

Rat-Bike: É difícil determinar quando aparece esta vertente do custom, já que consiste na modificação ou criação de motos a partir de peças de desgastadas e velhas, acessórios oxidados de outras máquinas alheias ao motociclismo (às vezes surrealistas), e em definitiva fazer que a motocicleta funcione corretamente, mas com um aspecto decadente, sujo e velho. Utiliza-se pintura negro fosco ou verde militar e evidentemente, não utiliza peças cromadas. Em ocasiões, alguns construtores têm chegado a criar óxido para vertê-lo sobre algumas de suas peças. Estas motos podem ter relação com as máquinas do filme Mad Max. Uma das "regras" mais difundidas entre as Rats é nunca utilizar peças novas quando necessaria reposição.




Chopper: chama-lhas assim pelo verbo inglês “to chop” (cortar), já que corta-se ou desmonta da moto tudo considerado supérfluo. Aparecem no final dos anos 60 nos Estados Unidos e caracterizam-se por ser motocicletas delgadas, baixas pela parte de atrás e altas pela parte frente, com garfo dianteiro alongado… muito longo (às vezes exageradamente), a roda do dianteira menor e a roda traseira bem mais grossa. O Chassis é modificado ou criado especialmente para converter a moto em uma chopper. Os guidões originais costumam substituir-se por “Ape Hanger”, chamados assim porque dada sua altura obrigam a manter os braços no alto e dão a impressão de que o piloto vai pendurado neles. Mas basicamente é muito fácil reconhecer uma chopper por vários fatores principais: Chassis estreitos e longos, bem mais altos na dianteira do que a traseira, tanques de combustível relativamente pequenos em respeito a moto original, suspensões traseiras rebaixadas ou inexistentes (Rabo Duro), grafos longos e muitas vezes com suspensões de berços (Springer). A pintura costuma ser colorida e ter muitas peças cromadas. A aerografia está muito presente ao longo de toda a moto.


Chopper Old School, anos 60/70

Chopper New School

Dresser: aparecem em meados da década dos anos 60, simultaneamente nos Estados Unidos e Grã-Bretanha. Vem do verbo inglês “to dress” (vestir). É o tipo de custom menos agressiva com relação ao modelo original, já que ao invés dos outros estilos, consiste em substituir peças e acessórios das motos por outros de melhor estética ou simplesmente acrescentar peças para incorporar novas funcionalidades. Costuma-se cromar todas as peças se permita e se usam geralmente cores brilhantes e aerografías de um nível artístico elevado.



Street Fighter: em inglês “guerreira urbana”. Estas motocicletas se diferenciam de todas as demais custom porque a base que se utiliza é uma moto desportiva, geralmente japonesa e em alguns casos italiana. Aparecem na Grã-Bretanha no final dos anos 80, nas cidades mais saturadas de tráfico urbano. Rapidamente se propagou na Europa, sobretudo na Alemanha. Utilizando-se de materiais modernos, tais como a fibra de vidro, fibra de carbono, aluminio, etc. Modifica-se tanto a estética como a mecânica da moto. Caracterizam-se esteticamente por ter o rabeta traseiro em ângulos muito exagerado (sempre são monopostos), deixando à vista o grosso pneu traseiro e com poderosos tubos de escape. Tiram-se os carenagens, polindo e cromando algumas peças. Cria-se acessórios de formas impossíveis. Os farois são substituídos por outros bem mais pequenos e sofisticados e costumam instalar pequenas carenagens sobre eles. As cores variam desde as aerografías mais delirantes até as mais sinistras, passando pelo sempre presente negro fosco.




Scrambler: O estilo scrambler nasceu na Europa na década de 60. Eram as antepassadas das motos trails. Caracterizavam-se por serem robustas, potentes, além de ágeis e de fácil condução. A marca registrada é o escape lateral, teoricamente para superar riachos e trechos alagados. Geralmente eram motocicletas de uso street que eram adaptadas ao uso on/off-road.

Moto Guzzi

Triumph


Café Racer: O estilo motociclístico nasceu na Inglaterra nos anos 60, que consistia basicamente em pegar as motocicletas e “pelar elas” ou seja, deixar somente com acessórios básicos, o que realmente era preciso para correr. A meta era atingir os 180 km/h com as máquinas, geralmente um percurso traçado que começava e terminava em frente a pubs e bares da época, os corredores se posicionavam na linha de largada, uma música era colocada tocar em um jukebox e os corredores teriam que terminar o percurso antes da música terminar.


Norton

Triumph


Roadster: Motos consideradas hibridas, pois possuem caracteristicas de customs e racing.
Foram projetadas para motociclistas que apreciam o estilo custom, mas querem alto desempenho.Como mas custom são largas, baixas e posição comfortavel de pilotagem, mas levam em conta o espirito esportivo, rodas de liga, despojo nos cromados e potencia no motor.